Histórico:

- 12/10/2008 a 18/10/2008
- 01/04/2007 a 07/04/2007
- 25/02/2007 a 03/03/2007
- 24/12/2006 a 30/12/2006
- 03/12/2006 a 09/12/2006
- 26/11/2006 a 02/12/2006
- 17/09/2006 a 23/09/2006
- 10/09/2006 a 16/09/2006
- 27/08/2006 a 02/09/2006
- 16/07/2006 a 22/07/2006
- 09/07/2006 a 15/07/2006
- 25/06/2006 a 01/07/2006
- 18/06/2006 a 24/06/2006
- 30/04/2006 a 06/05/2006
- 19/02/2006 a 25/02/2006
- 12/02/2006 a 18/02/2006
- 05/02/2006 a 11/02/2006
- 29/01/2006 a 04/02/2006
- 23/10/2005 a 29/10/2005
- 25/09/2005 a 01/10/2005
- 11/09/2005 a 17/09/2005
- 03/04/2005 a 09/04/2005
- 20/03/2005 a 26/03/2005
- 30/01/2005 a 05/02/2005



Outros sites:

- ~*Sianodel Flog*~
- Pearl Jam Oficial Site









Homenagem à Kurt Cobain (20/02/1967 - 05/04/1994) - Parte IV

Bem, hoje estamos no dia 8, o dia de por um ponto final nessa homenagem. Esta última parte da homenagem ficou com muito texto e teve de ser dividida em algumas partes mais todas com o mesmo nome.

Kurt Donald Cobain
20/02/1967 - 05/04/1994

Where is the "Teen Spirit"?
Where is the man "No Recess"?
Where is the man that has "All Apologies"?
Where is your grandma to "Take Him Home"?

Yes, he had a gun...


Depois de tantos problemas com a vida, mesmo depois de esgotar-se em tristeza, mesmo depois de tanto cansaço, Kurt, espero que vc possa, finalmente, descansar eternamente.
Descanse em Paz!

Kurt Cobain: "Vou ser um superastro da música, me matar e me apagar numa chama de glória"
(Disse isso quando ainda freqüentava a escola e nem imaginava que teria uma banda de sucesso)

Para Kurt: Kurt, apesar de tudo o q aconteceu com vc, apesar de vc achar q maior parte publico num intendia suas letras direito, sei que, cada vez q tocar Smells Like Teen Spirits em algum lugar, pessoas irão chorar ou ao menos sentir sua falta.


- Postado por: Seth Amakiir às 16h41
[ ]

______________________________________________





Homenagem à Kurt Cobain (20/02/1967 - 05/04/1994) - Parte IV

Assassinato ou Suicídio?

Mesmo onze anos desde o falecimento do Líder do Nirvana, uma grande "dúvida" ainda permanece. Boa parte dos chamados órfãos do grunge continuam a acreditar que Courtney Love não foi exatamente quem puxou o gatilho, ao menos tem alguma culpa no cartório.

  • No corpo de Cobain foi encontrada uma dose de heroína três vezes maior que um viciado normal suportaria (1,52mg/L de sangue). Alguns dos médicos disseram, na época, que mesmo tendo sobrevivido a tal overdose, ele jamais teria condições de guardar a seringa, tirar o soro, desenrolar a camisa e disparar contra a própria cabeça.
  • Não foram identificadas digitais na carta de despedida, caneta, seringa, cartuchos ou arma.
  • Kurt estava prestes a se divorciar de Courtney. Ele havia feito um testamento no qual excluia a vocalista do Hole, que ainda não havia registrado. A polícia se recusou a revelar o conteúdo do documento.
  • Quando Kurt foi achado, foi declarado "suicídio" automaticamente. Apenas algumas fotos foram tiradas do local, um outro filme nem chegou a ser revelado.
    O caso foi encerrado antes mesmo de se abrir uma investigação.
  • Dois peritos em caligrafia acharam que haviam dois tipos de escrita/letra na carta de Kurt. O interessante é que a parte em que a escrita batia com a de Cobain não dizia que ele iria se suicidar. Supostamente, dizia que ele estava deixando o mundo da música e isso coincide com o depoimento de Dave Grohl, numa intrevista em 04/05/1998 - onde dizia que a banda estava se desmanchando, na época em que Kurt morreu. A carta, então, seria dirigida aos fãs que ele abandonaria e não a mulher e filha.
  • A mãe de Kurt afirma ter recebido um telefonema do filho no dia 6 de abril.
  • O corpo foi encontrado pelo eletricista da casa, que foi chamado por Courtney.
  • Quando Kurt teve uma overdose em Roma, Courtney disse que foi acidente. Só depois da morte de Kurt que ela disse que tinha sido tentativa de suicídio.
  • Kurt havia dito que o Nirvana não participaria do Mega Alternative Tour de Lollapalooza, onde ganharia milhões. Corre à boca pequena que Courtney ficou irada com o fato de Kurt ter desistido de tanto dinheiro.
  • O melhor amigo de Kurt - Dyle - nunca teria comprado uma arma para Kurt se soubesse q ele estava em uma crise suicída. Mesmo quando foram comprar a arma, Kurt confessou a Dyle que que tinha medo que alguém tentasse prejudicar sua vida ou até mesmo matá-lo. Tinha medo de que entrassem em sua casa.
  • Kurt Ligou pra sua mãe e marcou uma data pra ir pescar com o avô, na semana seguinte. A avó de Kurt - Iris Cobain - relembrou que Kurt parecia estar muito feliz quando conversou com ela.
  • El Dulce - sujeito que afirmou ter sido contratado por Courtney para matar Kurt por US$50 mil foi encontrado morto alguns dias depois de sua declaração (foi atropelado por um trem!!!)
  • Há quem diga que o médico que assinou o suicídio, Nikolas Hartshorne, era amigo pessoal de Courtney.


- Postado por: Seth Amakiir às 16h26
[ ]

______________________________________________





Homenagem à Kurt Cobain (20/02/1967 - 05/04/1994) - Parte IV

História de Kurt


Filho de uma família humilde de Aberdeen, Kurt era muito feliz, era uma criança super-ativa mas, como muitas crianças de sua geração, também havia tomado a droga Ritalin, que reduz a atividade das crianças com hiperatividade. Kurt havia começado a mostrar interesse em música quando tinha apenas 2 anos de idade, quando sua tia lhe deu discos dos Beatles de dos Monkees. Um dos discos favoritos de Kurt era Alice’s Restaurant, de Arlo Guthrie.

Com 3 anos, Kurt já não gostava de policiais. Quando os via, começava cantar “Xingue os policiais, xingue os policiais, os policiais estão vindo, eles vão te matar!” Dois anos mais tarde, ele enchia latas de refrigerante com pedrinhas e jogava em carros de polícia, só que nunca acertou. Foi mais ou menos nessa época que Kurt aprendeu a levantar o dedo do meio de foram “honrosa”. Sua tia Mary lhe deu um bumbo de bateria quando ele tinha apenas 7 anos. Kurt era muito ousado e saia pelas ruas cantando músicas como “Hey Jude” e “Revolution”, dos Beatles. Além de tudo isso ele também era um desenhista; todos achavam que suas pinturas eram ótimas, menos ele.

Até a 3ª série, Kurt queria ser um astro do rock. Don e Wendy(seus pais) compraram uma pequena bateria do Mickey Mouse. Ele tocava-a todo o dia, até ela ficar completamente acabada. Kurt teve aulas de bateria com 9 anos. Sempre teve problemas de saúde. Mesmo quando criança sofria de hiperatividade e bronquite crônica. No oitava série, descobriram que Kurt tinha um pequeno grau de escoliose, uma curvatura na espinha que com o passar do tempo e com o peso da guitarra, ficou ainda pior.

Aos 8 anos seus pais se divorciam. É Wendy que relata o que aconteceu com seu filho. “Até que tivesse dez ou onze anos de idade, eu não percebia que era diferente dos outros garotos da escola. Eu comecei a perceber que ele gostava mais de desenhar e ouvir música, mais do que os outros garotos. Isso foi se desenvolvendo lentamente e eu comecei a perceber. Então, quando fez 12 anos, Kurt estava completamente isolado.”

Convencido de que nunca encontraria alguém como ele, Kurt parou de tentar fazer amigos. “Essa cidade... Se fosse em qualquer outra cidade ele estaria bem, mas nessa cidade todos vigiam todos e os julgam, e há lugares em que querem que as pessoas fiquem, e ele não ficava.” Diz Wendy. Kurt estava muito irado com a separação dos pais e com o novo namorado de Wendy, que ele chamava de “um esquizofrênico paranóico, o grande e cruel surrador de esposas, etc...” Kurt descontava em qualquer um sua raiva.

Wendy não conseguia mais controlá-lo, até que mandou que ele fosse morar com Donald em seu Trailer em Montesano. Kurt não se dava bem com sua nova família. Sua “nova mãe” dizia: “Até hoje não consigo pensar em uma pessoa mais falsa”. Kurt faltava a escola e se recusava a fazer tarefas domésticas. Don queria que Kurt fosse um pequeno adulto, não uma criança. Cobain costumava entrar no carro do seu pai para ouvir o disco News of the World, do Queen, várias vezes. Às vezes ele escutava tanto o disco que eles tinham que encontrar alguém para ajudar o carro a pegar no tranco.

Nesse meio tempo, Kurt começou a descobrir novas músicas além das que ele conhecia. Seu pai começou a montar uma coleção de discos depois de alguém conseguir convencê-lo a entrar no “Clube do Disco”. Todos os meses vinham discos de bandas como Aerosmith, Led Leppelin, Black Sabbath, Kiss etc. Kurt começou a se relacionar com caras que usavam cabelos enfrescalhados e camisetas do Kiss. “eles fumavam maconha e eu os achava mais legais do que os caras de minha classe que assistiam Happy Days. Eu deixava que eles fossem a minha casa e moessem minha comida”. Esses caras logo notaram a grande coleção de discos de Don e pediam para Kurt os colocar. “Depois deles me ajudarem a começar a gostar desse estilo de música, eu comecei a me transformar num dopadinho”.

O que Kurt achava do pai? “Eu gostaria de poder lembrar de mais coisas. Eu nunca realmente senti que tinha um pai. Nunca tive uma figura paterna com quem eu pudesse dividir meus problemas.” A vida de Kurt foi muito sofrida, pois duas vezes ao ano ele mudava de Aberdeen para Montesano, e também mudava de escola.

No seu aniversário de 14 anos, Kurt ganhou uma guitarra e um amplificador de 10 watts de seu tio Chuck. Em uma semana e meia de aula, já conseguiu aprender “Back in Black” do AC/DC. Nesse mesmo ano, Kurt diz não Ter conseguido fazer nenhuma nova amizade, pois achava que Aberdeen era uma cidade maior, e ele não era superior a ninguém por lá. Kurt adorava a idéia do Punk Rock, mesmo sem saber direito como era(em Aberdeen, não se vendiam discos do gênero).

Alguns anos mais tarde, ele conseguiu um disco do Clash e ficou muito decepcionado, pois tinha uma outra visão do Punk Rock. “Foi realmente algo muito bom. Eu pensava nisso como um emprego. Era minha missão. Eu sabia que tinha que praticar. Assim que eu ganhei minha guitarra fiquei obcecado por ela. Durante todo o tempo que tocava sentia que estava fazendo algo especial. Eu sabia que era melhor, mesmo sem poder provar na época. Sabia que tinha algo a oferecer e que poderia provar que conseguiria escrever algumas músicas boas – que eu iria contribuir com algo para o rock n’roll”. Dizia Kurt.

Naquela época, Wendy se casou novamente com Pat O’Connor. Pat estava bebendo muito na época e Wendy tinha muitos problemas – ela não achava que conseguiria se dar bem com Kurt novamente, mas ele acabou conseguindo convencê-la e recebê-lo. “Passei meses falando com ela todas as noites e chorando no telefone, tentando fazer com que ela me aceitasse,” Disse Kurt. Uma vez, Pat passou um dia inteiro fora de casa, e só voltou no outro dia de manhã às 7:00, bêbado e cheirando à mulher, como disse Wendy. Foi então que dois caras entraram na loja para encher o saco dela. “Ei, onde estava Pat a noite passada?”. Wendy ficou doida e se embebedou com outra amiga. Depois foi para casa explodiu com Pat. Na frente das duas crianças ela pegou uma das várias armas do armário e ameaçou atirar nele, mas não sabia carregar armas. Então ela pegou todas as armas e as levou para a rua, enquanto Kim levava uma grande sacola de balar até o rio Wishkah para jogá-las na água.

Daí vem a história do malandro Kurt, que pagou alguns amigos para pegarem de volta as balas e depois as vendeu. O menino esperto comprou seu primeiro amplificador com o dinheiro dessa venda. Depois disso, ele levou o cara que vendeu o amplificador até onde ele comprava maconha e o sujeito gastou o dinheiro da vendo. Kurt tocava sua guitarra muito alto. Todos os vizinhos reclamavam. “Ninguém sabia que ele um dia estaria tocando nos aparelhos de som de seus quartos”. Diz Wendy – “Pat e eu ouvimos, colocamos nossos ouvidos na porta, fizemos caretas e dissemos que era melhor ele continuar com a guitarra.”

Nessa época, Kurt conheceu na escola um tipo engraçado, muito alto para sua idade e que provocava risos em todos. “Mas eu ria com ele, por que basicamente ele estava fazendo todos de bobo”. O nome do garoto: Chris Novoselic. O resto todos conhecem.



- Postado por: Seth Amakiir às 15h43
[ ]

______________________________________________





Homenagem à Kurt Cobain (20/02/1967 - 05/04/1994) - Parte IV

O Mundo Ainda Lamenta...


Havia um momento em 1991 em que o mundo mudou. Um instante no qual a força cultural da sociedade moderna experimentou uma implacável mudança. Não, o Muro de Berlim já havia caído e a economia japonesa continuava crescendo. Foi algo muito mais tênue, ainda que, ao mesmo tempo tenha sido tão evidente, poderoso e totalmente inesperado que chocou o mundo do rock até sua parte mais profunda. Aconteceu durante o verão daquele ano, quando uma canção chamada “Smells Like Teen Spirit” foi lançada por uma, então desconhecida, banda residente em Seattle, chamada Nirvana. A partir do momento em que os riffs recortados e letras furiosas começaram a preencher o ar, ficou claro para qualquer um que tivesse orelhas que uma nova era do rock’n’roll havia começado. O hard rock alternativo acabara de chegar e o Nirvana era o seu mensageiro. No som e na atitude o Nirvana era diferente de tudo que a sociedade mainstream do rock jamais tinha escutado. Enquanto eles existiam no rock underground, durante três anos, lançaram dois discos pelo selo independente de Seattle, Sub Pop. Mas, uma vez que assinaram com a gigante Geffen Records parece que o Nirvana instantaneamente acertou o caminho para o mundo mainstream. Sem sacrificar nada do seu charme e som latente, o vocalista e guitarrista Kurt Cobain, o baixista Chris Novoselic e o baterista Dave Grohl se transformaram em um grupo destinado a destruir o status do rock e introduzir as massas apreciadoras deste ritmo em um som cheio de sentimentos, que muito vinha da sensibilidade crua do punk e do tradicionalismo do hard rock. “Nós vamos para o palco e tocamos”, disse Cobain em 1992. “Se estivermos desafinados, está tudo bem. Se eu não me lembrar das letras, está tudo bem também. As pessoas que vêem ao show parecem gostar dele, não importa o que façamos. Contanto que haja um feeling no lugar, nós estamos felizes.” Às vezes, parecia que o Nirvana tinha inventado o feeling que se tornou “o som do começo dos anos 90”. Junto com outras bandas de sua cidade, como Pearl Jam, Soundgarden e Alice In Chains, o Nirvana ajudou a introduzir o que passou a ser popularmente conhecido como Grunge Rock Movement - um termo que apenas agumas bandas envolvidas na cena gostavam ou sequer compreendiam. Para o Nirvana, tudo o que eles estavam fazendo era continuar uma nobre tradição do rock inderground. A música deles estava baseada em uma energia selvagem trazida por duas gerações de bandas pouco apreciadas como Black Flag, Melvins e Meat Puppets, todos grupos que influenciaram diretamente no artista que se transformou em compositor, Kurt Cobain. Foi o vocalista predominantemente louro, perpetuamente pálido e magro que se tornou a cara mais reconhecida de toda a cena de Seattle. As fortes paixões que vinham de suas canções, as quais revelavam problemas instalados em sua alma, pareciam falar para uma igualmente problemática geração, da qual muitos estavam procurando por alguém que colocasse todos os seus medos, raivas e frustrações em canções. Em Cobain eles encontraram seu santo patrono. Grohl disse: “Desde o momento em que o conheci, que foi depois do Nirvana já estar junto por algum tempo, eu senti que ele era diferente de todo mundo que havia conhecido até então. Mas seus problemas, as coisas que faziam com que as canções tivessem tanto sentimento, também eram sua destruição. Ele realmente não podia competir com o mundo. O estrelato era a última coisa que ele queria. Eu realmente penso que Kurt teria sido muito mais feliz se ele tivesse feito música sozinho no meio do mato. Ele jamais estaria preparado para dar de cara com o clarão das luzes do holofote público”. De fato, parecia que, assim que o primeiro disco do Nirvana lançado através de uma grande gravadora, Nevermind, chegou ao topo das paradas, as histórias que falavam sobre os problemas de saúde, com drogas e dificuldades emocionais de Kurt começaram a preencher a cena do rock. Chegou a um ponto em que as histórias quase foram esquecidas, como se tivessem sido inventadas pela imaginação superativa de alguns publicitários. Infelizmente, todas aquelas histórias provaram ser verdadeiras. Enquanto a fama do Nirvana continuou subindo como um foguete – com o lançamento de seu próximo álbum, In Utero, com o casamento lucrativo de Kurt Cobain com a rainha do rock, Courtney Love, e com suas turnês de ingressos esgotados – a saúde do cantor continuou a deteriorar. Por um lado, seus tão falados problemas só serviram para aumentar sua mágica. Ele era o modelo perfeito para os anos 90, uma talentosa a problemática alma vivendo à beira de um desastre pessoal. Faltava só uma coisa para transformar Cobain de ícone cultural para Deus do Rock e, em abril de 1994, esta ‘coisa’ aconteceu. Ele foi encontrado morto em sua casa de Seattle, vítima de um tiro na cabeça, disparado por ele mesmo. Durante meses o mundo do rock lamentou. Cobain foi rapidamente aclamado como o símbolo de seu tempo e, talvez injustamente, considerado o John Lennon de sua geração. Embora tenha sido um compositor de primeira e um emotivo e poderoso músico, devemos considerar se as contribuições dadas por Kurt ao mundo do rock serão lembradas mais pelo conteúdo emocional de suas canções do que pelo final sangrento de sua vida. Parece ainda que, sem dúvida, os esforços de Cobain ajudaram a revitalizar o mundo do rock e colocá-lo de volta no caminho certo quando ele mais precisava. Em um tempo no qual todas as bandas pareciam estar se tornando sintéticas, tatuadas, bem ao estilo de L.A., cheias de heavy metal bad boys, os esforços de Cobain nos ajudaram a lembrar como o rock’n’roll deveria ser. Seus versos introspectivos e muito pessoais convenceram um gasto cenário do rock a acreditar novamente em si mesmo.



- Postado por: Seth Amakiir às 15h41
[ ]

______________________________________________





Homenagem à Kurt Cobain (20/02/1967 - 05/04/1994) - Parte IV

"Nada é melhor do que tocar ao vivo, mesmo que digam que deveríamos parar de tocar ao vivo. Porém, tocar em frente a um público que reage bem é a melhor coisa do mundo."
Kurt Cobain

"Nós vivemos detonando coisas o tempo todo, porém é apenas uma forma de compensar nossa frustração de estar na estrada."
Kurt Cobain

"Quando escrevo uma canção, a letra é a coisa menos importante."
Kurt Cobain

"Gosto de tudo que seja um pouco esquisito e diferente. Tenho uma queda por bandas psicóticas, esquisitas, piradas."
Kurt Cobain

"Não gosto de ser associado a pelo menos 99 por cento das bandas de rock and roll."
Kurt Cobain

"Nós somos o Nirvana e particularmente não gostamos de Heavy Metal."
Kurt Cobain

"A América pode ser a terra da liberdade, porém é onde existe mais gente ignorante. A maioria da população é meio retardada."
Kurt Cobain

"Todas as drogas são uma perda de tempo. Elas destroem sua memória, seu respeito e tudo mais que vem com sua auto-estima... Descobri que elas são uma perda de tempo."
Kurt Cobain

"Sou definitivamente gay em espírito e poderia ser bissexual. Se eu não tivesse encontrado Courtney, provavelmente levaria um estilo de vida bissexual."
Kurt Cobain

"Do fundo do coração, aos fãs do Nirvana, sinto que tenho de pedir uma só coisa: se algum de vocês, de algum modo, odeia os homossexuais, as pessoas de cor difirente da nossa ou as mulheres, imploro, façam-nos um favor: deixem-nos em paz e vão tomar no cú! Não venham aos nossos shows e não comprem nossos discos." 
Kurt Cobain

"Eu tenho a responsabilidade de falar negativamente sobre a heroína. É realmente uma coisa diabólica. É algo ligado com o Satã."
Kurt Cobain em uma entrevista a MTV

"Eu não posso dizer o quanto meu comportamento mudou depois que minha filha nasceu. Mudei porque não queria que minha filha crescesse com as pessoas falando que seus pais são viciados."
Kurt Cobain

"Todas as drogas são uma perda de tempo. Elas destroem sua memória, seu respeito e tudo mais que vem com sua auto-estima...
Descobri que elas são uma perda de tempo."
Kurt Cobain

"Eu nunca quis cantar. Eu só queria ficar tocando guitarra no fundo do palco."
Kurt Cobain

"Muitos dos novos fãs são pessoas que não entendem nada do que é música Underground. Eu não posso esperar que todos entendam a mensagem que estou passando."
Kurt Cobain

"Nos últimos cinco anos eu desejei a morte todos os dias. Às vezes cheguei bem perto."
Kurt Cobain

"Até quando eu serei capaz de gritar até arrebentar os pulmões toda a noite, durante um ano inteiro de turnê?" 
Kurt Cobain

"Eu esperava que Nevermind fosse vender legal nas primeiras duas semanas e só. Quando percebi que estávamos na MTV, suspeitei que venderia bem mais."
Kurt Cobain

"Vandalismo: tão bonito quanto pedra na cara de um guarda."
Frase escrita na guitarra de Kurt

"Depois de uma hora de conversa acham que podem fazer uma avaliação de nossa personalidade. Por terem as credenciais acham que podem fazer esse tipo de coisa, deveriam ser psiquiatras e não jornalistas."
Kurt em uma entrevista se referindo a mídia.

"Nós temos 100% de controle sobre nossas músicas. O que faz um disco bom são as canções, e se não conseguimos gravá-las do jeito que queremos, não lançamos o disco."
Kurt Cobain



- Postado por: Seth Amakiir às 15h08
[ ]

______________________________________________





Bom, até agora o mundo não sabe sobre a morte de Kurt Cobain. Dia 7 de abril de 1994, estamos a um dia da descoberta e a um dia do término dessa homenagem. Aqui vem um texto sobre os 10 anos sem Kurt Cobain, mais vou adapta-lo para 11 anos (Fonte: Coleção Mix nº 34)

Orfão De Si Mesmo

"Onze anos sem Kurt Cobain significou, entre tantas coisas, a longa ausência de alguém superdotado de sensibilidade, capaz de expressar os anseios de uma geração inteira. A orfandade da geração tocada pelo "grunge" de Cobain está expressa no vazio existente no rock, após seu suicídio, em abril de 1994 - nenhum "ídolo", nenhuma personalidade que sintetizasse, atravéz da música, o q toda uma geração tem a dizer, surgiu para reclamar a posição que, um dia, foi de Kurt Cobain, mesmo a contragosto, mesmo que ele rejeitasse com veemência essa condição.
A bem da verdade, nenhum "líder", até hoje, pareceu mais deslocado e desconfortável em sua posição, ninguém desempenhou seu papél de liderança mais contrariado do que ele: o horror a tudo que fosse convencional, seu desprezo pelo estilo desregrado de vida adotado pelos superstars do rock o impeliram a assumir uma postura despojada ao extremo, totalmente desglamurizada. Ele jamais quis ser visto como "um exemplo" pelos mais jovens e nunca se aproveitou de eventuais privilégios que sua fama podia lhe proporcionar. Queria ser amado, mais odiava adulação.
Kurt via no star system uma aberração, uma perversidade com o poder de transformar uma pessoa comum em um "deus", ele se via como vítima desse poder e isso desgostava profundamente. Para Kurt, os entorpecentes não eram uma saída, ou uma solução - elas em nada contribuíam para apaziguar suas dúvidas, sua dor. Para Kurt, drogas representavam a fuga e, conforme transparece na sua carta de adeus, ele se culpava, se sentia miserável por ser "o triste, o autodestrutivo e mórbido roqueiro que eu virei".
O que levou Kurt a tirar a própria vida não foram as drogas, mas sua incapacidade de lidar com a celebridade, seu desapontamento com o que o sucesso lhe representava. Seus fãs se voltaram para ele como se fosse um profeta, mas Kurt não tinha ninguem em quem se espelhar. Em abril de 1994, não havia criatura mais solitária do que Kurt Cobain. E ele preferiu descansar

Detalhe: Não concurdo com tudo, mais mantive a matéria por inteiro, menos na parte "Onze anos sem" q veio de "Uma década sem"


 













- Postado por: Seth Amakiir às 14h57
[ ]

______________________________________________





Homenagem à Kurt Cobain (20/02/1967 - 05/04/1994) - Parte II

(Para visualizar a imagem, click em um ponto do texto e aperte a seta para o lado direito)


A HISTÓRIA (Ou um belo resumão)

1967 - Em 20 de fevereiro, nasceu Kurt Donald Cobain, em Aberdeen, Estado de Washington, Estados Unidos. Seu pai, Don, era mecânico e sua mãe, Wendy, era dona-de-casa.
1972 - Kurt ingressa a pré-escola e já mostra que tem talento para as artes, em especial, pintura e música.
1976 - Wendy pede o divórcio. Acredita-se que foi a partir desse fato que Kurt mudou: deixou de ser uma criança alegre, curiosa e destemida e passou a ser um garoto quieto e tímido.
1981 - Kurt fica cada vez mais isolado de todos e as crises em casa aumentam. No ano seguinte, ele decide ir embora para a casa do pai e da madrasta. Passa a morar com parentes, mas sempre se muda. Nos quatro anos seguintes, ele vai morar em 10 casas diferentes.
1983 - Kurt descobre o punk rock. Ele havia assistido a um show dos Melvins e isso mudaria sua vida e seu gosto musical. Kurt registrou essa sensação em seu diário:
"Eles tocavam mais depressa do que jamais imaginei que se pudesse tocar música e com mais energia do que meus discos do Iron Maiden. Era isso que eu estava procurando. Ah punk rock. Os outros doidões estavam entediados e só ficavam gritando: 'Toquem alguma do Def Leppard'. Meu Deus, odiei aqueles pentelhos mais do que nunca. Cheguei à terra prometida do estacionamento de um supermercado e descobri meu objetivo especial."
1988 - Pela primeira vez em um show, Kurt quebra uma guitarra: uma Fender Mustang. O single Love Buzz fica pronto. A primeira prensagem do single se esgotou.
1989 - O Nirvana grava seu primeiro disco, Bleach. No mês de outubro, a banda faz a sua primeira turnê fora dos Estados Unidos: foram para a Europa.
1990 - Dave Grohl ingressa à banda. Kurt conhece Courtney em um show. Em outubro, o vocal experimenta pela primeira vez heroína.
1991 - Nevermind é lançado. Era uma sexta-feira 13 (13/09/91). Kurt fica noivo de Courtney em dezembro.
1992 - em 12 de janeiro, a banda toca no programa americano Saturday Night Live e o Nirvana conquista o mundo, tornando-se o maior sucesso do momento. Poucas horas depis da apresentação, Kurt tomava a sua primeira overdose de heroína. Não se sabe se foi intencional ou não. Courtney o ressuscitou. Ela já estava grávida, só que ambos não sabiam. Em 24 de fevereiro, Kurt e Courtney se casam na praia de Waikiki, no Havaí, ao pôr-do-sol. O cantor usava um pijama xadrez azul.
Em junho, o Nirvana excursiona pela Europa. em 18 de agosto, nasce Frances Bean Cobain e, para alívio tanto de kurt quanto de Courtney, a criança nasce saudável.
Em setembro, o Nirvana ganha dois prêmios do Video Music Awards da MTV e toca Lithium. Em dezembro, Incesticide é lançado.
1993 - Em janeiro, o Nirvana toca no Brasil, em São Paulo e no Rio de Janeiro, onde a banda estreou Heart-Shaped Box e Scentless Apprentice.
Em abril, o Nirvana faz um show beneficiente em prol das vítimas de estupro na Bósnia.
Em junho, Courtney chama a polícia alegando uma briga por causa de armas na casa. Ela havia jogado um copo de suco no rosto de Kurt, que a empurrou e começou a estrangulá-la. Kurt é preso e uma grande quantidade de armas é apreendida em sua casa.
Em setembro, o disco In Utero é lançado e, em novembro, gravam Unplugged.
1994 - Em janeiro, o Nirvana faz o último show (sem que eles soubessem) nos Estados Unidos.
A banda inicia uma turnê pela Europa em fevereiro. No começo de março, Kurt tem uma briga por telefone com Courtney e decide pedir o divórcio. No dia 4, o vocal toma 60 pílulas de Rohypnol (10 vezes mais forte que Valium) e quase morre.
em 5 de abril, Kurt Donald Cobain comete suicídio aos 27 anos, na sua casa em Seattle, com um tiro de espingarda na cabeça. No dia 8, o mundo ficou aterrorizado: o corpo de Kurt é encontrado pelo eletricista que havia sido contratado dias atrás. Junto com o corpo, havia uma carta de despedida (Veja a Parte I da homenagem).





Fonte: Big Astros Especial - Ano 2 - Nº 4



Para Kurt: Não sei se sou o mais adequado para dizer que te entendo, pois minha geração nem ao menos irá saber a verdadeira história sobre tua vida, más sei o q se passa em minha mente, sei o q sinto a teu respeito cada vez q coloco um CD para tocar e o mais triste de tudo: sei também o vazio q traz saber q estás morto e que nunca voltarás a sorrir como nessas fotos aqui postadas

 



- Postado por: Kurt Cobain às 16h05
[ ]

______________________________________________





Homenagem

Bom, como Kurt Cobain foi encontrado no dia 8 de abril de 1994 mais a necrópsia disse q ele estava morto desde o dia 5, farei uma homenagem contínua. Até o dia 8 estarei colocando mais informações sobre a banda.
Agora, acho q devo desculpas à MTV pois eu disse q a mídia de poder não iria passar um Especial e não é o que houve. Ontem, no programa "Pulso MTV" houve a homenagem, o Especial para Kurt Cobain. Eles mostraram cenas de show, inclusive o do Brasil e outras curiosidades (Como o caso do soco que o Kurt levou do próprio segurança. No caso acredito q o Kurt, q estava jogado por cima da plateia, tenha batido no segurança com a guitarra, em seguida o segurança colocou Kurt no palco e deu-lhe um cruzado de direita, deixando o guitarrista no chão). O Especial não foi dos melhores pois seria mais legal se eles colocasse (de novo) o Unplugged e ainda colocaram pessoas q não são fãs do Nirvana pra apresentar o Especial.



- Postado por: Kurt Cobain às 14h56
[ ]

______________________________________________





Homenagem à Kurt Cobain (20/02/1967 - 05/04/1994) - Parte I

Ai galera q continua aparecendo aki! Blz? Então, hoje é dia 5/4, ou seja, fazem 11 aninhos q Kurt Cobain puxou o gatilho para a outra vida e axo q nem vai ter uma droga de especial pra homenagea-lo. Mas, aki estou eu para faze isso por quem tem o poder, no caso a mídia u.u

Kurt Cobain:

  • "Vou ser um superastro da música, me matar e me apagar numa chama de glória" (Disse isso quando ainda freqüentava a escola e nem imaginava que teria uma banda de sucesso)
  • "A cada dia, todos nós passamos pelo céu e todos nós passamos pelo inferno" (Idéia do jainismo que Kurt adotou)
  • "Segurar o bebê é a melhor droga do mundo" (sobre Frances)
  • "Às vezes, me pergunto se eu não poderia muito bem ser o rapaz mais feliz do mundo" (Ele já era famoso e idolatrado em todos os lugares do mundo e querido por multidões de adolescentes quando falou isso)

Tradução: "Para Boddah - Falando a língua de um simplório experiente que obviamente seria antes um queixoso castrado, infantil. Este bilhete deve ser muito fácil de entender. Todas as advertências feitas nas aulas de punk rock 101 ao longo dos anos, desde minha primeira introdução à, digamos assim, ética envolvida na independência e o abraçar de sua comunidade, se mostram muito verdadeiras. Faz muitos anos agora que não sinto o mesmo entusiasmo ao ouvir ou fazer música, bem como ler ou escrever. Minha culpa por isso é indescritível em palavras. Por exemplo, quando estamos nos bastidores e as luzes se apagam e o rugido maníaco da multidão começa. Isto não me afeta de modo como afetava Freddie Mercury, que parecia amar, saborear o amor e a adoração da multidão. Algo que eu totalmente admiro e invejo. O fato é que eu não posso enganar vocês, nenhum de vocês. Simplesmente não é justo para você  nem pra mim. O pior crime que eu posso imaginar é enganar as pessoas, sendo falso e fingindo que estou me divertindo cem porcento. Às vezes, sinto como se eu devesse marcar o cartão de ponto antes de sair para o palco. Eu tentei tudo o q estava em meu poder para gostar disto, e eu gosto. Deus, acredite-me eu gosto, mais não é o bastante. Me agrada o fato de que eu e nós influímos e distraímos muita gente. Devo ser um desses narcisistas, que só gostam das coisas quando elas realmente acabam. Eu sou sensível demais. Preciso ficar ligeiramente entorpecido para recuperar o entusiasmo que eu tive uma vez quando criança. Em nossas ultimas três turnês, tive uma avaliação muito melhor sobre todas as pessoas que conheço pessoalmente e como fãs de nossa música, mas ainda não consigo superar a frustração, a culpa a empatia que sinto por todos. Existe o bom em todos nós e acho que simplesmente amo demais as pessoas. Tanto que isto me faz sentir terrivelmente triste. O triste, sensível, insatisfeito, psciano, pequeno homem de Jesus! Por que simplesmente não aproveita? Eu não sei. Eu tenho uma esposa que é uma deusa, que transpira ambição e empatia e uma filha q lembra demais como eu costumava ser, cheia de amor e alegria, bejando cada pessoa que ela econtra porque todo mundo é bom e não vai fazer nenhum mal a ela. E isso me apavora a tal ponto que eu mal consigo funcionar. Não suporto a idéia de Frances se tornando o triste, o autodestrutivo e mórbido roqueiro que eu me tornei. Eu tive muito, muito mesmo, e sou grato por isso, mas desde os sete anos de idade passei a odiar os seres humanos em geral. Apenas porque parece tão facil às pessoas conviver e sentir empatia. Empatia! Só porque eu amo e sinto demais por todas as pessoas, eu acho. Obrigado a todos do fundo do meu nauseado e ardente estômago por suas cartas e preocupação nos últimos anos. Eu me pareço muito com um bebê errático e mal-humorado! Não tenho mais paixão e, portanto, lembrem-se, é melhor queimar do que se apagar aos poucos.
Paz, amor, empatia. Kurt Cobain
Frances e Courtney, eu estarei em seu altar
Por favor, vá em frente, Courtney, por Frances, pela vida dela que será muito mais feliz sem mim.
Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo."



Para Kurt: Kurt, apesar de tudo o q aconteceu com vc, apesar de vc achar q maior parte publico num intendia suas letras direito, sei que, cada vez q tocar Smells Like Teen Spirits em algum lugar, pessoas irão chorar ou ao menos sentir sua falta.



- Postado por: Kurt Cobain às 15h07
[ ]

______________________________________________